"Avante, cavaleiros! Vós que sofreis por quotidiano, onde as espadas murmuram dia após dia, e labutando no costeio do campo saqueiam e destroem. Vós que combateis a punhos intumescidos os condenados e gananciosos. Fanam-se as correntes de conturbação, meus caros! Hoje nasce um abantesma ocioso, porém renovado. Este carrega o fático nome de Liberdade! Abstenham-se da clausura que os mantêm pestilentos, abespinhados. É o dia da Redenção, homens! Eis o dia em que este âmbito há de se abraçar em chamas, e prantear por todos aqueles inocentes cujo sangue adentrou o solo infértil. Todos por um ideal, Deus por nós, e que não se arvore sob nenhuma palmatória. GLÓRIA!"
Algum Rei de uma Era Sangrenta


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